sexta-feira, junho 30, 2006
quinta-feira, junho 29, 2006
terça-feira, junho 27, 2006
Festival SET sobe ao palco entre 10 e 16 de Julho
Cerca de 400 alunos de teatro provenientes de todo o país vão reunir-se no Porto para partilharem experiências.
O Festival da Semana das Escolas de Teatro (SET) vai realizar-se entre os dias 10 e 16 de Julho no Porto. "O objectivo do certame é promover uma partilha de experiências entre os alunos de teatro de todo o país", anunciou Margarida Carronda, da organização do evento, na conferência de imprensa de apresentação do festival.
As principais entidades que promovem o evento são a Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (ESMAE, na foto) e o Instituto Politécnico do Porto (IPP). Segundo o director da ESMAE, Francisco Beja, "o certame é pioneiro no país mas pega numa ideia que já se pratica há muitos anos noutros países".
Já estão inscritos cerca de 400 alunos, que foram convidados a apresentar os seus projectos ao público.
Os espectáculos vão ter lugar em vários palcos da cidade como o pequeno auditório do Rivoli, o Teatro Carlos Alberto (TECA) e o Teatro Nacional São João (TNSJ).
Vai haver todos os dias duas mostras principais de teatro, uma às 16 horas e outra às 20h30. "As peças serão marcadas pelo experimentalismo. Na altura da selecção, os espectáculos ainda não estavam prontos e no próximo mês vamos assistir a estreias absolutas idealizadas pelos alunos", salientou Margarida Carronda.
A organizadora enumerou os vários objectivos do festival que passam pela "concentração do universo escolar do país na cidade do Porto durante sete dias" e pela "apresentação de novos criadores ao público". Rui Damas, docente na ESMAE e membro da organização, explicou que o evento tem uma "função formadora de públicos".
"Contamos que as peças apresentadas tenham diversos géneros e o público agora não tem desculpa para não aderir, já que os bilhetes só custam dois euros", anunciou. O professor adiantou que "as pessoas no fim dos espectáculos vão poder contactar com os actores e com quem esteve envolvido na produção da peça e assim perceber um pouco mais do mundo do espectáculo".
Rui Damas ressalva que "é uma forma de aproximar o público do teatro". O festival não vai ter apenas mostras de teatro - há outros eventos preparados como uma exposição e duas conferências.
"Queremos trazer jovens que têm que escolher um curso superior e esclarecê-los sobre o que se faz numa escola de arte, abrindo-lhes assim outras perspectivas",
Feira de artesanato

Mais informação sobre as presenças e programação da feira pode ser encontrada no site http://fna.vconde.org/.
Existe também um blog http://artesanatoviladoconde.blogspot.com, que para além de informação sobre a feira, contém divulgação dos pontos de interesse turístico de Vila do Conde, bem como sobre o seu património cultural e artes tradicionais, como a renda de bilros.
sexta-feira, junho 23, 2006
Edge na Casa da Artes

27 e 28 de Junho Terça e Quarta 21.30 grande auditório
2 Julho Domingo 18.00 grande auditório
Entrada: Livre
Pelo quarto ano consecutivo, a London Contemporary dance School (EDGE), em parceria com a Escola de Dança Neuza Rodrigues e o Município de Vila Nova de Famalicão, apresenta-se na Casa das Artes para uma série de workshops e espectáculos a decorrer de 26 de Junho a 2 de Julho. O programa deste ano, é composto por coreografias, assinadas por sete relevantes coreógrafos: Trisha Brown, Siobhan Davies, Sue Maclennan, Conor Doyle, Joana von Mayer Trindade, Anais Bouts e Alex Broadie. O Prjecto é também composto por workshops, coordenados pelo director da companhia, David Steel. A par dos espectáculos de dança serão apresentados quatro pequenos vídeos dos artistas multimédia Sónia Rodrigues e Sérgio Cruz.
quinta-feira, junho 22, 2006
Teatro em Braga
Alexej Schipenko
Um actor, uma mulher-toureiro e Alguém, um promotor sem programa... E uma questão: o que é uma profissão? Possivelmente, nada mais do que uma tentativa de morrer em conformidade com meia dúzia de regras. Se algum sentido existe nisso, ele permanece escondido. Mas, apesar disso, a pergunta coloca-se, quando a vigília se cruza com o sonho. Finalmente, a mulhe-a-dias chega e vê-se confrontada com os factos. Elisabete Piecho em três papéis: como mulher, que não consegue usar o homem tal qual ele é, como Maria, que já não pode ter um filho, e como observadora do seu próprio fracasso.
***Anna Langhoff **Alexej Schipenko
ÚLTIMO ACTO, de Anna Langhoff, foi representada pela primeira vez no Teatro Gorki, dirigida pela autora. Trata-se de uma peça que decorre durante um ensaio, próximo da estreia, a partir do momento em que o encenador é “visitado” pelo escritor/dramaturgo. Este deseja que aquele escolha dirigir um texto seu. Um retrato cruel e cómico sobre as relações de poder no teatro, um olhar descarnado sobre as práticas e a cultura teatrais e o entendimento ou desconhecimento que delas fazemos. ÚLTIMO ACTO é completada por A ARTE DO FUTURO, de Alexej Schipenko, um texto onde também se fala de arte, de Deus, de morte, do mundo, dos nossos desejos e medos. ÚLTIMO ACTO foi editado pela primeira vez no “Material book IV” do Teatro Schauspielhaus Borhum.
Orquéstica

COREOGRAFIA Tânia Carvalho IDEIA ORIGINAL Tânia Carvalho AUTORIA Tânia Carvalho
INTÉRPRETES: Andreas Merk, Constança Couto, Elizabete Magalhães, Jacome Filipe, Kanae Maezawa, Kojiro Imada, Luís Guerra e Marlene Freitas BANDA SONORA: Expander DESENHO DE LUZ: Mônica Coteriano FIGURINOS Aleksandar Protich PRODUÇÃO: Bomba Suicida CO-PRODUÇÃO: Culturgest , AlKantara (Lisboa), Teatro Viriato (Viseu), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo)